Graffiti: estética política da periferia

A oficina foi realizada durante as atividades da Nicolopes, evento político e cultural promovido pelo Diretório Central dos Estudantes ha 89 anos na Universidade Federal de Viçosa.
Cartaz de chamada para a oficina
Além dos Arte-Educadores do Grafias à Margem, contamos com a presença do poeta marginal Rafael Moysés que trouxe grande contribuição para o debate. A oficina teve como objetivo trazer um papo de visão sobre a trajetória de resistência periférica dos grafites urbanos contemporâneos, destacando as nuances estéticas, políticas e identitárias de suas grafias. 





















Além do debate, a oficina teve dois momentos de experimentação prática. O primeiro, foi um momento mais livre, quando os participantes grafaram tags, pichos poéticos e políticos e alguns desenhos. 









Galera aprendendo a cortar imagens em stencil

















































O segundo momento de intervenção foi a produção de um mural na sede cultural do DCE. O mural A Rua Vive homenageou figuras muito importantes para a cultura de rua: Dina Di, Lady Pink (considerada a primeira dama do grafite, foi uma das primeiras mulheres da cena do grafite nos metrôs novaiorquinos), Mano Browm e Basquiat.



















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